[ Perfil ]
Leila Vieira, 21 anos, nascida em 20 de janeiro de 1988 em Joinville atualmente cursa Comunicação Social - Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUCPR em Curitiba. Residindo na mesma cidade durante a semana, e passando os finais de semana na cidade natal.
Sua afeição por cinema foi a motivação necessária para a ativação deste Blog há alguns anos atrás, após um longo tempo sem atualização resolveu retomar aos textos.
Além da grande afinidade com o cinema, Leila também aprecia series americanas como Friends, Gilmore Girls, Smallville e The OC.
Todas essas 'paixões' levam-a a almejar um Oscar.
Pobre garota...


[ Blogs que merecem atenção ]
Pink Lipstick
Sofás vermelhos mordem
Insights da DU SURF
Taking the walk
Pizza Laranja
Chronicles About Me
The Mad Chronicler
Gabriela Guerra
Letrinhas aleatórias
Is now boarding
Hialoplasma
Pipocando no cinema
Recomeço
Palavras, momentos
papercuts


[ Não custa conferir ]
G1
Capricho
Papel Pop
Te dou um dado
People Magazine


[ Li, Gostei, Recomendo ]
Anjos e Demônios - Dan Brown
Olga - Fernando Morais
The Wedding - Nicholas Sparks
Se houver amanhã - Sidney Sheldon
A ira dos anjos - Sidney Sheldon
The Notebook - Nicholas Sparks
Harry Potter's - J. K. Rowling
Caim & Abel - Jeffrey Archer
A Sangue Frio - Truman Capote


[ Assisti, Gostei, Recomendo ]
The Lake House
The Notebook
Mr and Mrs Smith
Saw I, II, III, IV
1408
PS: I love you
Slumdog Millionaire


[ Não vivo sem ouvir ]
Trouble is - Backstreet Boys
Everybody - Backstreet Boys
Bye, Bye, Bye - N'Sync
You give love a bad name - Bon Jovi
This ain't a love song - Bon Jovi
Sleeping in my car - Roxette
How do you do - Roxette


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Everything has to begin somehow...[2007]

And I'm here to stay![2008/2009]





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Quarta-feira, Julho 01, 2009

Para todos os gostos



Viajar é sem sombra de dúvidas um dos maiores prazeres da vida. São novas culturas, novas experiências. Já conheci Cidade do México, Cancun, Fernando de Noronha, Natal, Fortaleza, Recife, Bonito, Maceió, Costa do Sauipe, Alagoas e Buenos Aires. Mas uma das melhores viagens que fiz foi pro Chile.
Lá, depois da cordilheira existe um povo acolhedor, paisagens deslumbrantes e uma vinícola.
Santiago com a vista privilegiada dos Andes possui monumentos lindíssimos. Vale ir ao Mercado Municipal e pedir o caranguejo gigante, daqueles que se vê somente no programa Pesca Mortal da Discovery. As lojas também não deixam a desejar, são magazines com os mais variados produtos e de diversos pisos.
Saindo um pouco de Santiago é possível fazer visitação a vinícola Concha y Toro. Desgustação, visitação e compra dos melhores vinhos chilenos. A bela fazenda onde tudo acontece rende belas fotos. E um passeio único, tanto àqueles que apreciam um bom vinho, quanto aqueles que não gostam tanto assim.
Descendo pro litoral, Viña del Mar dá de cara para o Pacífico. As praias com no máximo um quilometro de extensão cada são ladeadas por belas rochas. Destaque para os leões marinhos que podem ser vistos não muito longe da costa em cima das pedras.
Subindo para os Andes fica o Vale Nevado, ideal para os amantes da neve e dos esportes um pouco mais radicais. Os iniciantes na prática de esqui podem ficar por Colorado onde é mais fácil praticar o esporte, os mais experientes encontram no Vale desafios melhores.
Para quem não tem gosto por aventura, o simples passeio de teleférico já é gratificante pelas deslumbrantes paisagens.
De todas minhas viagens até então, Chile é um dos lugares que mais gostei e que sem pestanejar, recomendo. É só esperar o vírus A(H1N1) amenizar, fazer as malas e partir. Os chilenos te esperam!



Este texto e outras dicas de viagem de mais 25 meninas de todo o Brasil podem ser conferidos no site Oakley Stars
Nesse site tem também os lançamentos da linha feminina da Oakley (que tem apenas três anos e lindas peças), a coluna de uma jornalista especialista em moda com várias dicas pra quem quer estar sempre ligada. Videos super legais e uma parte para se cadastrar e ficar sempre por dentro das novidades. Ao se cadastrar não esqueça de colocar o código da sua Oakley Star, nesse caso, eu! haha Meu código é o OKL18 :) conto com a colaboração de todas!


:: por Leila Vieira :: 12:50 PM ::
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Segunda-feira, Junho 29, 2009

Pra toda vida, Zeca

Mais que um professor e jornalista, José Carlos Fernandes, o Zeca, é um grande amigo.
Suas roupas monocromáticas, o cabelinho ralo, óculos de armação preta e a fiel pasta cheia de papéis embaixo do braço, me conquistaram a primeira vista.
O início da amizade veio pelo fato de eu ser de Santa Catarina, segundo o Zeca, alunos “forasteiros” tem de ser postos nos seus lugares. Não tinha uma só aula na qual o Zeca não falasse “Porque lá em Joinville, as Fridas passam dia espremendo uvas com os pés pra fazer vinho.”, “A Leila quando acorda, abre a janela e ainda na cama estende o braço pra colher uva na parreira.” Quando não soltava um “Os Schmidt de Joinville não vão te aceitar, mas você há de encontrar um Wolfgand.” Não importava o quão relapsa eu estivesse, ele sempre fazia uma piadinha com as origens alemãs de minha cidade.
Na disciplina de jornal laboratório nossos laços de amizade se estreitaram a cada matéria cortada e a cada vez que fui editora-chefe.
E ainda hoje, quando nos vemos no corredor, Zeca pergunta se encontrei o Wolfgand da minha vida. Ele tenta me arranjar casamentos, mas nada muito certo. Tive o prazer de ter como professor o melhor jornalista que já conheci. Tenho o prazer de ter como amigo o melhor sarrista que qualquer pessoa poderia querer. Se alguém dia me casar, Zeca estará lá, para com suas belas e sábias palavras me fazer rir. Por que entre leads e “em tempos” Zeca me ensinou principalmente que quando o mundo te faz chorar, você deve acima de tudo rir. Com gosto, com vontade e verdadeiramente.

Pauta: Ao mestre, com carinho


:: por Leila Vieira :: 4:49 PM ::
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Segunda-feira, Junho 22, 2009

Alguém me aluga?

Dependência poderia fazer parte do meu nome. Poderia estar escrito na minha testa. É definitivamente recorrente na minha vida. Um dos meus pontos de apoio são os amigos. Não vivo sem eles. É com os amigos que saio pra balada, almoço junto, e peço conselhos – a toda hora. A questão não é que eu não possa me virar sozinha, mas opiniões parecem sempre fazer mais sentido. Nem sempre aqueles que geralmente estão ali todas as horas, podem fisicamente estar com você, e nessa hora eu não dispensaria um amigo de aluguel. Dessa forma, nunca estaria sozinha. E poderia fazer grandes amizades. Pra quem já fez amizade em ponto de ônibus e fila de balada, o que é alugar um amigo? Contatos na sua rede social nunca são demais, e amigos se encontram em qualquer lugar. Então gente, quem quiser. Me aluga?


Roda a roda

Acordo de manhã naquele bode. Ninguém me ama, ninguém me quer. Zero graus janela a fora, chuveiro elétrico me espera. Não existe pior forma pra começar o dia. Me encaminho pro trabalho, escuto algumas músicas. Todo dia pode ser o mesmo. A não ser que ele seja salvo. Como? Um gesto. Uma ação. Uma aparição. Pode acontecer de muitas formas. Um amigo que eu não via a tempos, uma mensagem inesperada ou um bilhete no parabrisa do carro. O que salva meu dia pode ser o mesmo que destrói. Pessoas. Suas ações fazem da minha vida uma grande roleta. Que num dia para numa casinha valendo milhões e em outra numa casinha “perdeu tudo”, mas que definitivamente faz a gente aprender que viver, tem seu gostinho bom.

Pautas para Capricho


:: por Leila Vieira :: 11:06 PM ::
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Domingo, Junho 14, 2009

Ver e não comer. Improvável. Impossível.

Se eu fosse o que eu como, seria uma grande bala de gelatina em forma de urso. Uma bola de Cheetos – daquela fedida, ou um tomate – apenas com sal, por favor. Eu teria o rosto de uma trakinas de morango.
Eu poderia ser uma garrafa de Coca Cola, um McDuplo, um Sunday de chocolate com calda de morango. Eu definitivamente seria um Miojo sabor galinha. Eu seria um Schweppes Citrus.
Não importa a quantidade de Junky Food que minha boca encontre por dia, as calorias vazias de refrigerante, meu corpo continua o mesmo, sem malhar, sem dietas, apenas genética. Se eu fosse as coisas que eu como, seria definitivamente, obesa.
Eu sou a menina que pega um pedaço do lanche (às vezes quase o pacote de salgadinho inteiro) de todo mundo. Que pede uma mordida antes mesmo de dizer oi. Eu como demais. Mas eu não sou o que eu como. Eu sou o que a minha personalidade extravagante me faz ser. Comer demais é apenas parte do processo. Com a qual eu não viveria sem.

Pauta para o TDB


:: por Leila Vieira :: 12:47 AM ::
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Segunda-feira, Junho 08, 2009

Procura-se:

"Namorado ideal: Moreno, alto, bonito e sensual. Ok, mentira. Pode ser qualquer um contanto que tenha todos os dentes e tome banhos regulares e não goste de bater em mulheres. O amor tá difícil de encontrar, não vou ser exigente. Se você acha que é perfeito pra mim, pode ser o suficiente!"

Pauta para Site da Capricho

You're just too good to be true

Não existe cantada perfeita. Dependendo do momento ou do olhar um “You had me at hello” pode derreter um coração. Dependendo do teor alcoólico no sangue até um “Luke, I’m your father” faz alguém se apaixonar (e depois talvez se arrepender). Abordagem pode ser tudo, mas gestos são muito mais. Pra bom entendedor meia palavra basta, para uma encalhada meio olhar é o suficiente.
Todas sonham com um gentleman que traz buquês de rosas vermelhas e recita poesias, mas no fim, aceitar alguém que te aborda com um “- Quer lingüiça, coração” é inevitável. Em uma época em que tudo é piada até o amor pode ser levado na brincadeira.
A cantada perfeita pode até não existir, mas os momentos perfeitos que estão por vir com aquele “Zé Comédia” você só vai descobrir se aceitar ser chamada de princesa. E na grande maioria das vezes, as piores cantadas são as que mais valem a pena.

Pauta para o TDB - Qual a cantada ideal?


:: por Leila Vieira :: 11:35 PM ::
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Sábado, Junho 06, 2009

Eterna figurante

Eu nada esperava daquela noite, tão fria como as outras, parecendo insignificante. Ainda abalada com tragédias mundiais recentes, atolada até os dentes com tarefas a fazer.
Quando de repente ele volta a cruzar o meu caminho. Aquele milésimo de segundo no qual o vi me fez pensar em zilhares de coisas. Mas especialmente sobre a nossa última conversa.
Com uma reação quase involuntária fui falar com ele, afinal a decisão de me deixar entrar novamente não havia partido de mim. Esperanças fracas sustentavam meus desejos há muito reprimidos. E da mesma forma que as frágeis esperanças apareceram, elas se despedaçaram.
O motivo pelo qual ele achou necessário me desbloquear de sua vida, não sei. Mas havia outra em meu lugar.
Seria com o propósito de me torturar? A finalidade de me ensinar? Talvez eu nunca saiba, mas aceitei fazer figuração em uma história que nunca vai ser minha, para aprender.
Participar discretamente pode levar você a um papel principal em outro filme, outra novela. Naquela vida porém, por mais que eu desejasse, nunca chegaria a papel principal.
Eu fui apenas uma vilã com pequena participação. Daquelas que surgem, ensinam algo ao mocinho e desaparecem, para dali alguns capítulos ser lembrada apenas em flashes esbranquiçados e desbotados. O pior é saber que quem escolheu esse caminho fui eu.
Quando fiz minha escolha não imaginei que um dia fosse me sentir assim. Que algum dia fosse perceber que sinto por ele o mesmo que senti por outros que tiveram muita relevância. Ele foi especial, eu não percebi. Agora outra desfruta daquela cena que eu sempre sonhei.


Queridas leitoras e leitores, após a leitura desse dramalhão mexicano vivenciado por mim, peço que vocês acessem o blog - Lips Produções e vejam o trailer do primeira curta metragem que dirigi. Para aqueles que sentem curiosidade em me conhecer, ou escutar minha voz, a narração do trailer foi feita por mim!


:: por Leila Vieira :: 12:48 AM ::
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Domingo, Maio 31, 2009

Filantropia egoísta

Toda e qualquer leitora de Crepúsculo adoraria arrancar uma bitoca de Edward Cullen. Aquele velho ditado “custe o que custar” pôde ser colocado em prática. Robert Pattinson leiloou um beijo seu. A causa foi boa. Mas entra a questão. Você pagaria por um beijo?
Acredito que a banalização da intimidade tenha chego ao patamar máximo. Leiloar beijos é pior que pagar por um beijo em quermesse. O romantismo anda morto enterradinho. Um jantar ou um dia no set de gravações caiu de moda no setor beneficente? É mesmo preciso agora pagar por um momento de intimidade? Não basta poder pegar qualquer um na balada sem esforço algum, agora existe a necessidade de se pagar por um beijo de um cara que passa a vida a desempenhar papeis. A pagar pelo beijo de um cara, que você acha que está apaixonada somente porque o personagem que ele interpreta é um fofo, mas que no fundo pode ser o maior grosso do pedaço. Seria a ingenuidade? A esperança falsa de que aquele beijo vá significar para ele muito mais do que significa para quem paga?
A moral e bons costumes foram pras cucuias há tempos, não tem o que discutir. Só resta saber, se ele pedisse pra que as fãs fizesse doações para instituições sem receber um beijo em troca, elas fariam? Essa filantropia anda muito com cara de beneficio próprio. Ow mundinho egoísta.


Humilde milhão

Gosto de pensar no meu futuro e meu bem estar. Assim, se um milhão de reais caíssem na minha mão e eu tivesse de gastar em apenas um dia seria o que sou há algum tempo: fútil.
A prioridade da manhã seria uma casa nova para abrigar tudo que eu comprasse durante o dia. A segunda aquisição seriam óculos de sol. O de acetato roxo que namoro há tempos encontraria na minha bolsa o melhor lugar para poder morar.
Com os olhos devidamente protegidos sairia em busca da maior paixão que uma garota pode ter. Sapatos. Altos, baixos, de verniz, couro, pretos, pratas, roxos e verdes. Dançaria entre uma vitrine e outra seguida por um carregador de sacolas com as minhas marcas preferidas. O mundo seria o limite. Calças, vestidos, blusas, acessórios, englobariam as necessidades básicas de bem estar.
Os pés bem tratados e o guarda roupa renovado me levariam ao lugar que mais amo na terra. Uma megastore. Seria a preparação para o futuro: séries, livros e CDs. Veja bem, sou uma pessoa humilde.

Pautas para Capricho


:: por Leila Vieira :: 12:18 AM ::
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Domingo, Maio 17, 2009

Provando e desaprovando

Eu tenho um problema terrível. Quero sempre provar pras pessoas do que sou capaz.
Nessa provação sem fim, sempre entrego tudo no prazo e sou extremamente ansiosa.
Mas o maior problema é querer provar algumas coisas pra mim mesma. Como por exemplo, tentar provar que consigo um namorado.
Nessa provação sem fim acabo com os tipos mais inamoráveis. E o pior, insisto neles.
Não importa quão errado ele seja, a insistência é sempre igual.
Dizem que no coração não se manda, eu não controlo a minha insistência. Entre umas e outras roubadas “do coração” acabei sozinha numa lanchonete, chorando minhas mágoas com os garçons (os quais já são meus amigos há tempos). Após uma hora e meia de sofrimento solitário, um grande amigo conseguiu chegar pra me consolar. E finalmente me fez perceber, que a minha eterna busca pela provação era o que me levava a insistir tanto em coisas insustentáveis. A busca provavelmente vai continuar, e os caras errados vão continuar a existir, mas saber o que me motiva pode diminuir o nível de incidência. Ou não.

Pauta para o Site da Capricho

Sendo Púrpuro


No meu universo particular existe uma heroína. Com sua capa roxa e botas verdes a poluição não tem vez. Seu disfarce é de professora do primário. Ali ela usa o seu maior super poder, a persuasão, em prol de um bem maior. Ensina aos pequeninos que reciclar é preciso, andar às vezes é melhor que passear de carro com os pais e principalmente que lugar de lixo é no lixo.
Quando não está lecionando a Heroína Púrpura sai combatendo o mal em sua pior forma: os poluidores. Munida do seu poder ela faz aqueles que estão destruindo a natureza com seus lixos e queimadas tomem consciência do mal que estão fazendo.
Numa dessas indas e vindas da sua vida, a Heroína Púrpura fez com que um senhor não jogasse seu sofá velho no rio, e sim o doasse para quem não podia comprar um. Alguns fogões tomaram o mesmo rumo. E durante as noites, juntamente com seu melhor amigo Super Homem ela sopra toda a poluição para fora do planeta.
Seja você também uma pessoa púrpura.

Pauta pro TDB


:: por Leila Vieira :: 10:56 PM ::
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Quinta-feira, Maio 14, 2009

Beijos, me esfola

Na turma do fundão é assim, quando a pergunta “rolou sentimento?” paira no ar é porque lá vem história. Mas se você pensa que por sentimento estamos falando de paixonites e amores, se enganou. A pergunta é: “daí, rolou sexo?”.
Nosso lema é “beijosmeesfola”. Uma variação livre de beijosmeliga após uma das integrantes do grupo ter seu pé esfolado no carpê do seu quarto durante uma pegação. Não temos vergonha, não escondemos nada de quase ninguém.
Se o mundo é livre para os pensamentos, porque não seria para a conversa? Trocar experiências é sem dúvida a parte mais interessante da nossa amizade.
Quem escuta fragmentos dos nossos papos talvez pouco entenda, construímos uma linguagem própria, provavelmente para escapar das lições de moral dos puritanos ou para “preservar” nossa “intimidade” caso alguém venha a interceptar nossos bilhetes.
Somos um grupo de apoio, somos os pais uns dos outros. Colocamos juízo na cabecinha daqueles que não tem. Aconselhamos com base nas aulas de educação sexual. E definitivamente, rimos. Ah, como rimos!
Britney Spears uma vez disse que chocolate era melhor que orgasmo. Eu acredito que melhor ainda é se dobrar de rir até chorar compartilhando as aventuras e desaventuras para se chegar lá com os seus melhores amigos. Esfole-se você também! Afinal rir faz tão bem pra vida quanto uma noite de sentimentos. A menina do carpê que o diga!

Pauta pro site da Capricho
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:: por Leila Vieira :: 12:30 AM ::
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Domingo, Maio 03, 2009

Vivendo e consumindo

Algumas vezes consumir me consome... Posso não andar bem vestida e maquiada 24hrs por dia, mas não nego que possuo uma bela coleção de sapatos. Vitrines me encantam. Perco as horas dentro do shopping. Os surtos que tenho variam entre comprar DVDs de séries, muitos livros, maquiagens que duram anos por não serem utilizadas quase nunca e roupas de marca. Os sapatos são um caso a parte, gosto do cheiro, da beleza, da costura, de tudo a respeito deles. Mas raramente coloco eles para passear. Ando no meio da multidão sem me destacar, com o meu tênis furado de 7 anos atrás. Minhas calças são utilizadas até rasgarem ou minha mãe jogar fora. O consumismo faz parte da minha vida uma vez por mês, quando tenho surtos. Mas não vivo em função das coisas que compro. Viver praquilo que se compra é como não ter vida. Compro por que gosto, não por necessidade. Não sou uma vitima do capitalismo, apenas usufruo o que ele nos proporciona. E não tenho problemas com isso.

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Um passo de cada vez

O direito de ir e vir dos adolescentes anda meio ruim das pernas. O toque de recolher já existe em algumas cidades brasileiras e depois das 23hrs lugar de menores de 18 anos é dentro de casa. Violação de direitos? Abuso de poder? Leis cabíveis? Não sei. Parto do principio que cada um tem o direito de fazer aquilo que lhe convém contanto que não fira os interesses dos outros. E bom, por algumas pessoas malandras muitas vezes todos tem de pagar. A justiça está apenas tentando educar jovens que fazem o que querem por os pais não terem punho. Infelizmente tem de existir a generalização. De qualquer forma, por que os jovens precisam ultimamente pular etapas? Fiquem em casa até os 18 anos e sejam adolescentes! Queimar fases da vida e parar de brincar de boneca e carrinho aos 8 anos só faz com que aos 30 você se sinta com 80 anos. Se quiser se divertir, reúna os amigos pra uma festa de pijama, veja DVDs noite a dentro sob a supervisão dos seus pais que um dia, sua hora chega. Esperar não custa nada e pode garantir que sua vida não tome rumos incertos.

Pauta para o TDB


:: por Leila Vieira :: 2:54 PM ::
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Quinta-feira, Abril 30, 2009

Neuras perfeitas

Tive um momento na adolescência digamos, desconfortável. Fixava na mente o pensamento de que toda garota linda tinha amigas feias. A questão era: eu tinha aquela amiga perfeita. Italiana, loira, querida por todos, tinha tudo que queria, tudo o que EU queria. Era independente, bem vestida e por onde passava sempre era percebida. Não tinha como negar quem era a amiga feia da relação (eu, no caso de você ainda não ter entendido). Brigas por ciúmes eram inevitáveis. Meu estado adolescente rebelde sem causa não me permitia ver a realidade.
Alguns anos passaram, ela foi embora com a família para outro país e eu percebi que perdi uns dos melhores anos com ela. Nem sempre foi assim, entendam, foi apenas um ano. Nossa amizade existia há algum tempo e continua a existir. No fundo, ela não era perfeita, ela tinha uma vida muito legal, fato, mas se quisermos todos podemos ter. Ela tinha problemas, e eu raramente ouvia. Eu não queria ouvir, eu queria ter ela como base pra pensar que a minha vida era um lixo e a de todas as outras pessoas eram tão legais. Eu queria um motivo para ser emo.
Na vida da grande maioria das meninas é isso que acontece. Não paramos pra perceber que não precisamos ter beleza de catálogo pra sermos perfeitas. Perfeito é um estado de espírito, não uma realidade. Encontrei a perfeição algumas vezes. Agora a busco cada dia com mais afinco. A questão é que não devemos tentar lidar com pessoas a nossa volta que consideramos perfeitas. Devemos lidar com nós mesmos e perceber que tudo que existe são complexas neuras.

Post para o site da Capricho - E quando você tem a amiga perfeita?

Agora quero ouvir VOCÊ! Deixe sua opinião ;)


:: por Leila Vieira :: 7:22 PM ::
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Segunda-feira, Abril 20, 2009

Um azulejo em minha vida

Engraçado, muitas pessoas gostariam de voltar no passado e mudar atitudes que foram impensadas ou pensadas demais. Já eu, sempre digo que não mudaria nada na minha existência, mas pensando melhor talvez uma coisa eu tivesse vontade de mudar.
Seria mais um experimento, poderia influenciar na minha vida atual ou ser completamente indiferente. Eu tentaria somente para ver no que iria dar. Não foi uma atitude pensada, foi literalmente um tropeço. Não seria devolver um beijo roubado, escrever uma carta que deixei para trás. Não.
Se pudesse voltar atrás, retornaria numa noite de 1990, na qual eu, com ainda 2 aninhos de idade acordei super apurada para ir ao banheiro. Quando retirada do berço sai correndinho e ao chegar no banheiro cai e bati de cabeça no azulejo da parede. Por anos o azulejo ficou lá, me fazendo refletir que talvez esse meu jeito louco de ser tenha começado ali. Se pudesse voltar atrás teria ido com “menos sede ao pote”. Para quem sabe, ser uma pessoa normal.
Se bem que, ser assim me faz feliz. Valeu banheiro!

Pauta para o TDB

30 misturas

A perspectiva de ter trinta anos não assusta. As incógnitas da vida nunca me perturbaram. Ter trinta anos é estar no auge. E chegar lá de forma medíocre não deve ser interessante. Se tivesse que escolher um estilo de vida aos 30 seria difícil...
Gostaria de ser uma mistura entre a elegância de Carrie Bradshaw (com o seu emprego), a confiança de Samantha Jones, os delírios de consumo Rachel Green juntamente com a vida que ela leva morando com os amigos, e para finalizar os namorados que as garotas Gilmore tiveram.
Afinal, sonhar não custa nada.

Pauta para o site da Capricho


:: por Leila Vieira :: 4:05 PM ::
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Terça-feira, Abril 14, 2009

E nessa loucura de dizer que não te quero

Durante meses (anos!) vocês são inseparáveis. Amigos, cúmplices, amantes. Mas um belo dia você acorda, com aquele sentimento de vazio, uma solidão inexplicável. Ou melhor, bem explicável. Os últimos meses foram só lembrando os maus momentos, vivendo brigas. E assim, ele vira o ex. Não adianta telefonar, ele não vai atender. Não adianta escrever cartas, fazer milhares de declarações. Acabou.
Há quem deixe de comer, outras porém se afogam em guloseimas. Nessas horas o bom é ficar longe dos chocolates se quiser rever aquela sua calça skinny.
Cada um enfrenta o ex como consegue. Eu, tento fazer de tudo em até 6 meses depois, ou enquanto ele continuar solteiro. A vida parece não ter sentido. Mas um dia a ficha cai. E depois de muitas lágrimas no travesseiro, ilusões de que ele vai aparecer no portão cheio de rosas e me querendo de volta (malditos filmes românticos!) e muitos e muitos versos de “Evidências” cantados pra quem quiser (e não quiser) ouvir. Eu me entrego ao ódio. Sendo que essa é a única forma para conseguir esquecer. (Já que arrumar outro amor também demora). No fim, tudo que ficam são as boas lembranças. É preciso passar por vários estágios antes de lembrar daquele rapaz que tanto te fez feliz com carinho. Claro, ele vai parecer um monstro diante suas amigas, de tantas histórias ressaltando pontos ruins que você tenha contado. Mas você sabe, e ele também que aqueles momentos juntos, únicos, foram sem duvida, alguns dos melhores da sua vida. Não importa como tenha terminado. E você pode enfim voltar a cair na balada (sertaneja) e cantar "Evidências" sem mágoa no coração.

Post para o site da Capricho


:: por Leila Vieira :: 9:16 AM ::
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Domingo, Abril 05, 2009

Incertezas

O respeito se perdeu. Alunos agredindo professores. Professores abusando do poder. Filhos bolando planos malignos para se verem livres dos pais.
Quem deveria educar, é hostilizado. Quem deveria aprender, está ‘ensinando’ que não existe mais tolerância.
Seria a falta da palmatória? A liberdade de expressão? A filosofia de vida do mundo capitalista? Achar uma causa é difícil, acontece que a conseqüência é acompanhada dia a dia nos noticiários. Vemos rebeldes para todos os lados. Talvez seja a falta de uma verdadeira causa. Algo pelo qual viver lutando. A falta de lutar contra a ditadura, a falta de luta pela democratização. Não existe um motivo real para empregar tanta rebeldia. Ou a própria sociedade anda corrompendo o homem bom? Alguém ainda vê bondade nas pessoas? Teriam a gentileza, compreensão e bom senso, sumido? A única certeza que tenho é que o respeito, esse sim, se perdeu.

Pauta para o TDB


:: por Leila Vieira :: 3:00 PM ::
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Quinta-feira, Abril 02, 2009

Heroína com Manolos

Meu herói não usa capa, meu herói não voa. Meu herói na verdade é uma heroína. Adora o sexo e a cidade, é loira e grifes completam seu guarda-roupa inigualável. Como jornalista vocês poderiam achar que me refiro a nossa querida Carrie Bradshaw. Mas não, ela é muito mais sagaz, ela é decidida, ela é Samantha Jones e entende das relações públicas como ninguém.
Sam é o que eu sempre quis ser. Segura de si, auto-suficiente, chiquetézima e para ser homem só falta, bem, vocês sabem.
Sua criptonita são os compromissos. Seu super poder é a sedução em massa. Com ela nem câncer trás tempo ruim. Uma batalhadora, mulher de fibra, um arrastão fashion! Um personagem ficcional que transparece a realidade de muitas outras mulheres que infelizmente, pelo julgamento social que as cerca, tem medo de dizer o quanto são parecidas, a não ser por sustentarem as mesmas grifes no corpitxo!
Samantha é minha heroína pois me salvou. Com ela muito aprendi e pude perceber que pra tudo na vida existe remédio, inclusive para nossos pontos fracos. E que surja meu Smith!

Texto para o site da Capricho


:: por Leila Vieira :: 2:17 PM ::
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